A TV da minha sogra, novas tecnologias, e professores.

Jarbas Novelino Barato

Dona Ana, minha sogra, tem 94 anos. Há dois meses, a tecla on/off do painel da televisão da mãe de minha mulher travou. Excesso de uso e fadiga de material foram os responsáveis pelo acidente. O aparelho foi para o conserto. Demorou bastante para ser reparado, uma vez que aquela maravilha eletrônica está fora de linha. Duas semanas depois de voltar para a casa da minha sogra, a dita tecla de liga/desliga pifou mais uma vez.

 

O que anda acontecendo nesse episódio familiar que acabo de contar? O aparelho não tem mais aquelas resistentes teclas de liga/desliga. Espera-se que o freguês use o controle remoto para fazer a TV funcionar. Mas, minha sogra raramente usa o meio padrão de hoje para ligar o aparelho, prefere o jeito antigo de lidar com a televisão.

Outra pergunta: como resolver o problema? Alguém poderia sugerir que dedicássemos um bom tempo treinando a velha senhora para usar o controle remoto. Isso adiantaria pouco, Dona Ana sabe, mas não quer usar essa novidade. Além disso, aos 94 anos é bastante difícil adquirir novos hábitos. Outra solução seria a de convocar algum neto para pilotar a TV da avó. Infelizmente essa alternativa é impraticável, não há netos ou bisnetos disponíveis para a operação. Assim, daqui para frente, parece que a TV da minha sogra irá passar por continuados consertos.

O caso da TV da minha sogra coloca um problema que precisa ser considerado no reino das mudanças tecnológicas em curso. Nossas ferramentas de uso cotidiano estão sofrendo alterações constantes. Precisamos reaprender a usá-las em espaços de tempo cada vez mais reduzidos. Nos primeiros anos de entrada dos computadores na minha vida – começo dos anos 80 – aprendi as manhas do DOS (Disk Operating System), duas linguagens de programação e muitos outros truques necessários para usar com certa autonomia o Apple IIe e terminais do brutamontes VAX. Toda essa aprendizagem foi para o ralo. Nos anos subsequentes tive que aprender e dispensar truques aprendidos na medida em que novas soluções computacionais iam sendo introduzidas.

Faz tempo que a palavra da hora é mudança. E a questão da mudança tecnológica vem sendo tratada na direção do lema da Feira de Chicago de 1933:

A ciência descobre, a indústria aplica, os homens se adaptam.

O raciocínio tão bem sintetizado em tal lema é o que segue. A ciência avança cada vez mais rapidamente. Os resultados das descobertas científicas desencadeiam mudanças tecnológicas cada vez mais profundas. Os seres humanos precisam adotar as mudanças com entusiasmo, adaptando-se rapidamente às novidades. Quem não se adapta é mal humorado, resistente, pouco inteligente, atrasado.

Ás vezes o roteiro geral da grande aventura adaptativa aceita algumas desculpas. Reconhece-se que adultos poderão ter alguma dificuldade para usar com competência tecnologias mais recentes. Surgem então dois conselhos tradicionais para pessoas que são de um tempo pré-digital:

1) aceitem as mudanças,

2) façam um esforço suplementar para incorporar às suas vidas novas competências tecnológicas.

Ou seja, mesmo que os poderosos da tecnologia compreendam dificuldades de pessoas maduras, o princípio geral da necessidade de adaptação dos seres humanos continua firme e forte.

Há algo de errado com lema da Feira de Chicago. Há algo de errado com o modo hegemônico de enxergar nossa relação com novas tecnologias. Um dos analistas a denunciar isso é Donald Norman  que, além de acadêmico brilhante, foi vice-presidente de R&D da Apple e da HP.

Norman levanta a lebre no clássico The Design of Everyday Things. Nessa obra, o autor começa examinando artefatos aparentemente simples como torneiras e maçanetas. Ela nota, por exemplo, que manejo de controles hidráulicos, em ambientes de banho que têm chuveiro e banheira conjugados, é um desafio imenso para viajantes internacionais. Não há nada que indique como utilizar os registros para apenas encher a banheira ou para apenas tomar uma ducha. Já fui vítima disso num hotel do Norte da Inglaterra. Fiz tudo que pude para tomar uma ducha. Tive de me contentar com um banho de banheira. Só não me considerei um imbecil completo quando uma inglesa que acompanhava o grupo brasileiro que realizava um programa do British Council revelou-me que fora incapaz de fazer o chuveiro funcionar.

Outro desafio para viajantes é o uso de maçanetas. Algumas delas devem ser empurradas. Outras devem ser puxadas. Outras, ainda, devem ser torcidas para a direita ou para a esquerda. Assim, diante de uma porta em país estranho, muitas vezes não sabemos o que fazer para entrar ou para sair do recinto.

Norman examina também o design dos novos artefatos tecnológicos como televisões, geladeiras e computadores. Não vou entrar em detalhes quanto às observações do antigo vice-presidente da HP sobre as maravilhas eletrônicas que invadiram todos os espaços da vida moderna. Ficarei, por enquanto, com torneiras e maçanetas. Esses artefatos tem seu funcionamento planejado a partir de critérios de engenharia e de vogas de design. Conveniências de engenharia tais como economia de materiais, facilidades de encaixe de peças e resistência de materiais determinam em parte o funcionamento das maçanetas. Além disso, certas modas também são incorporadas ao design, refletindo a estética de um dado momento.

O que não entra no planejamento de torneiras e maçanetas é o modo de funcionar dos seres humanos. Raramente se pensa em designs que possam facilitar uso. E Norman mostra que é possível para cada artefato articular design com processos de compreensão das pessoas. Mas, a preferência é por designs econômicos e bonitos. Competirá aos humanos aprenderem como usar, mesmo que a aprendizagem seja demorada e custosa, contrariando lógicas de senso comum.

Posso voltar agora ao caso da minha sogra. Acho que ela não teria grande dificuldade para usar um controle remoto concebido de acordo com modos mais humanos de se relacionar com tecnologias. No momento, os controles remotos disponíveis estão concebidos de acordo com as “possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias”. Tal concepção incorpora duas características amadas por engenheiros eletrônicos: miniaturização, número elevado de funções. Tais características resultam em teclados de uso muito difícil, principalmente para pessoas de mais idade.

Teclas pequenas, muito próximas umas das outras, são impraticáveis para pessoas cuja coordenação motora e tato sofreram os efeitos normais do tempo. A possibilidade de que os dedos acabem teclando algo indesejável é muito grande. E o velho tecladista certamente não perceberá que seus dedos pressionaram uma pecinha involuntariamente. Os resultados podem ser misteriosos, desastrosos. E o infeliz idoso não saberá o que fazer para mudar para outro canal ou desligar o aparelho.

Além de problemas motores e tácteis, os teclados de controles remotos contrariam modos pelos quais nosso cérebro lida com informações. Desde o paper fundamental de George Miller, The Magical Number Seven, Plus or Minus Two, sabemos que nossa memória de trabalho processa bem itens de informação em torno de sete. Dez ou mais itens de informação são uma carga de conteúdos muito difícil de armazenar e administrar. Por isso, os controles eletrônicos com dezenas de funções, apesar de serem uma bela façanha de engenharia, são um tormento para a memória humana.

Minha sogra, para ver televisão, precisa das funções liga/desliga, aumenta/diminui som, muda de canal. Nada mais. Para ela, um bom controle remoto deveria ser três vezes maior que os encontrados no mercado. Assim, haveria bastante espaço para separar teclas e evitar resultados indesejáveis provocados por limitações motoras. Tal controle teria, no máximo, seis funções, suficientes para operar uma TV de acordo com os desejos da velha senhora.

O controle que imaginei para a minha sogra é impraticável? Creio que não. É ele um retrocesso tecnológico? De modo algum. Precisamos deixar de lado a ideia de que tecnologia, como observa Joseph Weizenbaum, deve ser regida pelo princípio do porco: “quanto mais, melhor”. Como sabemos, os porcos apressam sua triste sorte ao cumprir à risca o princípio que lhes é atribuído.

A tecnologia pode ser gentil, compreensível, em vez de ameaçadora e incompreensível.

Donald Norman sugere um caminho, o caminho do computador invisível. Para ele os computadores mais perfeitos são aqueles que não exigem dos usuários nenhuma iniciação nos arcanos mistérios da informática. Para ele, os melhores computadores são aqueles que exigem apenas usos de saberes específicos já dominados pelos utentes*. Assim um computador para escritores exigiria apenas que estes últimos soubessem escrever. Um computador para dentistas exigiria apenas que estes profissionais conhecessem bem processos no campo da saúde bucal, nada mais. E, assim por diante.

A insistência de Norman sobre cuidados com o design para que artefatos tecnológicos tenham mais usabilidade pode resultar num conselho bastante simples: quando uma aplicação tecnológica tiver problemas de uso, não culpe as pessoas, verifique o design. Para quem gosta de formulações mais acadêmicas, valho-me aqui de uma citação de gente do ramo:

… o design interativo compreende todos os esforços para entender o engajamento humano com a tecnologia digital e todos os esforços para usar essa tecnologia para planejar artefatos mais prazerosos e úteis. (Kaptelinin & Nardi, in Acting With Technology, p. 5).

Insisto no caso da minha sogra. O problema que ela enfrenta para fazer sua televisão funcionar não é a vista fraca, a coordenação motora atrapalhada, a memória muito limitada. Tudo isso é condição humana que precisa ser levada em consideração. O problema da minha sogra é de design. Não é ela que tem de se adaptar ao design de controles de TV. São os controles de TV que precisam ser adaptados para uso de pessoas idosas.

Deixo minha sogra e entro numa escola. Direção e coordenação conversam sobre usos de computadores no local. Estão preocupadas com a falta de entusiasmo dos professores por informática na educação. Mas, não estão sozinhas. De vez em quando saem artigos nos jornais comentando que docentes resistem em usar as novas maravilhas eletrônicas em seu ofício. E, na academia, constantemente pesquisadores estão a falar sobre a inaptidão dos professores diante dos computadores.

Direção e coordenação da escola que visitei querem resolver o problema, encomendam um programa de formação em TIC’s a uma assessoria com bom nome na praça. E eu já sei qual será o resultado da formação: um tremendo fracasso. E o que rola no caso é muito parecido com o probleminha que a mãe da minha mulher vem enfrentando para usar sua televisão. A solução se baseia num princípio equivocado: querem que os professores adaptem-se ás novas tecnologias, não fazem qualquer esforço para que as novas tecnologias sejam modificadas para se adaptarem aos professores. Este filme não é novo. O roteiro é o mesmo utilizado pelo velho PROINFO na década dos anos 80 do século passado.

Meu inesquecível professor de Computer Education nos tempos de mestrado, Al Rogers, já tinha percebido a questão em 1982 quando alertava seus alunos de que era preciso “dar a chave dos laboratórios de informática para os professores”. Al usava essa expressão tanto do ponto de vista concreto quanto simbólico. Para ele os laboratórios deviam ser de livre acesso, sem muitas regras de uso, sem muitas restrições. Para meu mestre na SDSU, professores não tinham que passar por um programa de formação. Tinham que fazer propostas de uso da maquineta em sua área de conhecimento. Das propostas nasceriam as demandas de que truques deveriam aprender no uso das maquinetas. Al via com muita clareza que a tecnologia deveria estar a serviço dos professores, em vez destes últimos serem arregimentados para o batalhão tecnológico, algumas vezes compulsoriamente.

Meios de comunicação, acadêmicos e gestores escolares estão encantados com os nativos digitais, uma criançada que usa computadores como minha geração usava carrinhos de rolimã na metade do século passado. Desta admiração partem para a sugestão de que os professores precisam aprender com os nativos da nação digital. No fundo, essa gente acha que o caminho mais curto para que os professores aceitem usar novas tecnologias passa por atos de humilhação. Antes de seguir em frente, preciso dizer que nada tenho contra os nativos digitais, embora ache que tal rótulo é uma bobagem com raízes em tecnofilia deslumbrada e boba.

O que anda acontecendo com boa parte das propostas de usos de computadores em educação é uma convicção sintetizada pelo lema da Feira de Chicago. Para que você não tenha que voltar atrás neste meu escrito, repito tal lema aqui:

A ciência descobre, a indústria aplica, os homens se adaptam.

Os pressupostos por trás desse lema decretam que os produtos da tecnologia são intocáveis. São bons por definição. Devem ser aceitos sem qualquer resistência. Qualquer resistência a tanto “progresso” é fruto de má vontade, preguiça ou burrice.

A concepção de ciência e tecnologia expressa pelo lema da Feira de Chicago e pela fé tecnológica que vemos hoje nos meios de comunicação ignora gente e história. Ignora uma categoria que sempre está presente na vida dos homens, a tal de contradição. Kaptelinin e Nardi (2006), num livro precioso sobre design interativo de software, insistem na ideia de que decisões sobre produção de qualquer programa de computador deve considerar a assimetria entre gente e artefatos. Muitas situações de resistência às novas tecnologias podem ser explicadas a partir de tal assimetria. As concepções do tipo lema da Feira de Chicago ignoram isso. E, quando os fracassos de uso acontecem, culpam os usuários.

Ridicularizar os usuários é uma atitude recorrente. Há uma fartura de charges, vídeos e histórias nos quais gente atrapalhada apanha miseravelmente de máquinas maravilhosas. Tudo parece muito engraçado. Mas, é trágico e tem consequências profundas na gestão de pessoas no campo do uso de novas tecnologias. Criam-se estereótipos como o do senhor ou senhora de meia idade que se atrapalha diante de uma tela de computador.

No mundo da tecnologia triunfante cabem apenas duas possibilidades: resistência ou submissão. A primeira é vista como um comportamento que deve ser condenado. A segunda, como uma escolha necessária.

Não quero esticar esta conversa em demasia. Por isso, já vou indo para os finalmentes, embora muitos leitores (se é que chegaram até aqui) devam estar pensando que eu devo me explicar melhor quanto ao que fazer em educação, tendo em vista as tecnologias da informação e comunicação.

Para finalizar, quero insistir num ponto: as propostas de introdução de TIC’s em educação, na maior parte dos casos, veem os professores apenas como gente que passivamente deverá aceitar e usar os novos meios. Devem se converter em usuários, não em utentes.Tudo se passa como se os gênios da informática e os tecnólogos educacionais fossem gente iluminada que elabora materiais maravilhosos que só não funcionam quando a má vontade dos mestres entra em cena.

Entendo que usos mais adequados de tecnologias digitais em educação dependem de duas providências fundamentais:

1. considerar e integrar, no planejamento de produtos tecnológicos, as necessidades, opiniões, aspirações, sonhos, experiências e saberes dos professores;

2. entregar aos professores o papel de protagonistas mais importantes em aventuras de usos de tecnologias digitais.

Eu gostaria muito de continuar essa conversa, sugerindo meios e modos de trazer os professores para o palco do uso das novas tecnologias em educação. Mas prometi que estava chegando ao fim deste texto. E vou manter a promessa. Mas, espero que os educadores comecem a pensar de uma nova maneira a questão tecnológica no mundo da educação.

Uma última observação. É possível produzir controles remotos com quarenta funções. Mas, não é disso que minha sogra precisa. O que ela quer é controlar a TV de acordo com seus desejos, não importando limites fisiológicos e de funcionamento de sua memória. Os gênios da tecnologia precisam resolver isso. Não minha sogra.

· Empreguei duas palavras diferentes para falar em usos de computadores: usuário e utente. O dicionário diz que são sinônimos. Mas, o termo usuário tem hoje conotação de passividade. Descreve um sujeito que recebe pronta e acabada uma solução tecnológica sobre a qual não deve palpitar, muito menos criticar. A palavra utente sugere uso ativo, crítico, nem sempre conformado; prefiro-a a usuário.

Referências

O leitor certamente quer saber se conheço alguma literatura que possa apoiar minhas ideias sobre tecnologia. Por isso, vejo-me obrigado a revelar algumas das fontes deque me sirvo para falar dos problemas da minha sogra e dos professores. Não vou aqui listar tudo que já li e estudei sobre o assunto. Vou apenas listar fontes que eu citaria necessariamente neste texto se ele fosse um trabalho acadêmico.

Christian. Brian. 2011. The Most Human Human: What Talking With Computers Teaches Us About What It Means to Be Alive. New York: Doubleday.

Coyne, Richard. 1997. Designing Information Technology in the Postmodern Age. Cambridge, MA: The MIT Press. [Escrevi resenha desta obra. O texto pode ser encontrado em: http://www.senac.br/BTS/361/resenha.pdf ].

Kaptlinin, Victor & Nardi, Bonnie A. 2006. Acting With Technology: Activity Theory and Interaction Design. Cambrigde, MA: The MIT Press. [Também escrevi resenha desta obra. O link para ela é: http://www.senac.br/BTS/342/resenha-1.pdf.

Laurel, Brenda. 1993. Computers As Theatre. Reading, MA: Addison-Wesley Publishing Company.

Norman, Donald. 1990. The Design of Everyday Things. New York: Doubleday.

Norman, Donald. 1993. Things That Make Us Smart: Defending Human Attributes In The Age Of Machine. Reading, MA: Addison-Wesley Publishing Company.

Norman, Donald. 1999. The Invisible Computer: Why Products Can Fail, The Personal Computer Is So Complex, And Information Appliances Are The Solution. Cambridge, MA: The MIT Press.

Weizenbaum, Joseph. 1976. Computer Power And Human Reason: From Judgment To Calculation. San Francisco: W. H. Freeman And Company.

Sobre o autor: Jarbas Novelino Barato. Professor. Doutor em Educação pela UNICAMP. Mestre em Tecnologia Educacional pela San Diego State Universty-SDSU. Coordenou o PIE (Programa de Informática e Educação do SENAC SP). Foi pioneiro na promoção do modelo WebQuest no Brasil e coordenou o site sobre WebQuest na Escola do Futuro-USP. Criou o modelo WebGincana de organização de informações para usos da internet em educação. É consultor da UNESCO na área de educação profissional e tecnológica. Sua publicação mais recente no campo da tecnologia educacional aparece em dois capítulos – “A Alma das WebQuests”, e “WebGincanas: Um Uso Estruturado Da Internet Para a Educação” – do livro Computadores Em Sala de Aula: Métodos e Usos, Editora Penso, 2012, cuja edição original, fruto do trabalho coletivo do grupo WebQuestcat, apareceu na Espanha em 2010. Email: jarbas.barato@gmail.com  ; Twitter: @Novelino ; Facebook: jarbas.novelino ; Blog: Boteco Escola http://jarbas.wordpress.com/

3 comentários sobre “A TV da minha sogra, novas tecnologias, e professores.

  1. Francisca disse:

    Este tema é muito interessante, pois discutimos hoje em sala de aula exatamente a posição do docente diante as tecnologias, hoje a escola precisa estar inserida nesse contexto tecnológico e cotidiano de todos nós.

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