EXTRA!!! EXTRA!!! EXTRA!!! Revelado com exclusividade quem o Caldeirão de Ideias visitou na rede 2017

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Olá amigxs

Chegando o final do ano, hora de fazermos aquela tradicional retrospectiva na vida pessoal, profissional e principalmente hora de rever o que fizemos nas redes. Primeiro quero dizer e fazer algumas ponderações importantes sobre de redes sociais. Rede social é gosto, afinidade. Você se identifica mais com uma do que com a outra e é assim que eu vejo o por que de definirmos nossa preferência. E EU? Eu gosto mesmo é do Twitter. Ali é meu espaço onde eu mais interajo e milito politicamente, pois tenho lá um grupo de @rrob@s que eu sigo, e sou seguido, e com quem tenho uma afinidade de pensamento, alinhamento político e ideológico que faz daquele o meu lugar preferido nas redes. Meu perfil por lá é @robsongfreire, me siga por sua conta e risco (#recomendo seguir algumas, quiça todas, das @rrob@s que eu sigo por lá).

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Recentemente comecei a usar o Instagram, apesar de já ter conta lá a bastante tempo, pois eu quase não postava nada por lá. Foi um colega de uma disciplina de Antropologia Visual, que eu pagava como aluno especial lá na UFPB, que fez uma colocação bem engraçada sobre as redes sociais, mas que me fez pensar: “Não gosto do Twitter porque lá só tem gente metida e politizada demais e não gosto do Facebook pois toda a minha família está lá e porque lá todo mundo primeiro se xinga e depois se abençoa. Eu gosto e uso o Instagram por que ali é uma rede social de pessoas felizes, um lugar de felicidade. Eu gosto dessa bolha de felicidade.” Eu fiquei bolado com aquela definição sobre o Instagram. Fui catar a senha (que eu nem lembrava mais qual era) pra acessar o Instagram e conferir aquilo que ele disse. Comecei a dar uma vasculhada e … PIMPA!!! Não é que lá era um lugar de gente bonita, sorridente, feliz, em lugares lindos, com fotos maravilhosas e o melhor: quase não tem textão. Uma verdadeira bolha de felicidade. Foi a partir dai que eu comecei a usar, e gostar de usar, o Instagram. Meu perfil por lá é @robsongarciafreire. Tenho algumas pessoas muito queridas que eu sigo por lá.

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Bem chegou a hora de falar do Facebook. Deixa eu desenhar pra vocês de onde vem toda a minha ojeriza com o Facebook. Lembra do falecido Orkut? Pois bem, EU ODIAVA O ORKUT. Todo aquele povo escroto e sem noção do Orkut foi para o Facebook. Então vem dai o porquê da minha relação com o Facebook ser a mesma. Odeio aquele lugar cheio de parente, onde todo mundo vigia a vida do outro, onde todo mundo caga regra para os outros, um lugar de hipocrisia e falsidade sem igual, onde todo mundo acha que alguém tá mandando indireta ou recado para alguém. Lugar onde não tem marido escroto, que não mija no chão do banheiro nem peida do seu lado, de filhos educadíssimos, gente que fala mal do marido,  mas minutos depois posta foto elogiando o dito cujo, gente reacionária, burra, intolerante, racista, homofóbica, pobre de direita, defensor de ditadura, eleitor de Bolsonaro, enfim um festival de gente escrota, mas tudo gente abençoada, mas que olha… me faz correr dali como o diabo foge da cruz. Eu tenho conta por lá sim, Robson Garcia Freire, mas vou logo avisando que demoro a responder, quase não vejo as coisas por lá (quando alguém próximo me pergunta se eu vi tal coisa e que eu vou lá para ver o que é) e que quase todo o meu conteúdo que tem por lá é eco do meu Twitter. Eu uso aquele lugar como espaço de divulgação do meu blog ou de alguma ação que eu acho que deva ser compartilhada (tipo o #saraunarede) e para lembrete dos aniversários dos amigos e parentes. De resto, não uso aquele lugar para mais nada. No meu perfil tem muita gente, pois era um perfil de divulgação, mas se garimpar tem gente que amo demais por lá também e que vale a pena ser seguida.

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Gosto muito de filmes e livros. Duas paixões que me fazem ser quem eu sou hoje. Para filmes recomendo dois links para baixar aquele torrent de série e de filmes que estou esperando a meses. O primeiro é o site  #CulturaComLegenda (aqui a página do Facebook deles) que tem de tudo. Tem quase todas as séries que estão passando e as que já deixaram de passar, tem filmes cabeça e Blockbusters a vontade com qualidade e boas legendas e o segundo site é o Filmes Cult que é o me lugar para filmes cabeça, alternativos e fora do circuito, mas que também tem lançamentos. Inclusive o filme O Quadro Negro sobre o qual eu fiz a postagem aqui no Caldeirão eu baixei de lá.

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Para baixar livros eu recomendo o Le Livros. (se não abrir no link de uma pesquisa pelo nome do site pois eles mudam de domínio constantemente para fugir dos rastreadores de sites de compartilhamento de livros e filmes) Tem livros em vários formatos (PDF, Mobi, ePub e para ler online) numa quantidade absurda e de todos os gêneros possíveis e imaginários. É impossível entrar lá e sair sem baixar nada.

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Mas é só isso que você faz nas redes? Ler livro, ver filmes e ficar de bobeira na internet? Opa!!! Lógico que não é bem assim, não. Leio muitos sites internacionais de notícias e futebol/esportes (NBC News, FOX News, Los Angeles Times, The NY Times, The New York Times, Ther New York Post, Ther Washington Post, The Wall Street Journal, USA Today, Financial Times, Sports illustrated, The Canadian Press, Ottawa Citizen, Toronto Sun, Agence France Press ( AFP ), Revista France Football, L’Equipe, Le monde, Le Parisien, Liberation, Le Monde Diplomatique, Charlie Hebdo, Corriere Della Sera, Corriere Dello Sport, Gazeta Dello Sport, Il Messagero, La Stampa, Tutto Sport, Bild, Deutsche Welle, Brasileiros na Alemanha, The Herald, Edinburgh News, Vatican Post, El Pais, Marca.es, La Voz de Galicia, Diari de barcelona, Finacial Times, BBC, Daily Mail, Daily Star, The Telegraph, Sunday Times, Sunday Express, The Times, Independent, Telegraph, This is london, The Sun, Mirror, People, Sunday Mirror, Guardian, London Times, Daily Mirror, Sky Sports, Revista Wired, Russia Today, The Moscow Times, Gazeta Russa, Diário da Rússia, A Bola, Diário de Notícias, Expresso, Jornal de Notícias, O Jogo, Público, Record, Observador, Clarin, La Nacion, Olé, La Tercera, El Mercurio, La Nacion, The Santiago Times, El Diário, La Prensa, Diário El Pais, Ovación, El Observador, etc AQUI  link para todos esses jornais e AQUI link para muitos outros), blogs e sites alternativos de militância (DCM, GGN, Revista Fórum, Blog da Maria Frô, (quero aqui abrir um parênteses “sigam a Conceição Oliveira em todas as redes“) Blog da Cidadania, Mídia Ninja, Blog do Sakamoto, Opera Mundi, Jornalistas Livres, Pragmatismo Político, Viomundo, Carta Maior, Outras Palavras, Rede Brasil Atual RBA, Nexo Jornal, O Cafezinho, Justificando, Novas Cartas Persas, Conversa Afiada, Brasil 247, Carta Capital, Luis Nassif, Renato RovaiTereza Cruvinel , Paulo Moreira Leite, Blog do Esmael Morais, Leandro Fortes, Bob Fernandes, Tijolaço, Cartas Proféticas, Blog do Miro, Portal Vermelho, Revista Subjetiva, Hildegard Angel, Mauro Santayanna, Rodrigo Vianna, Emir Sader, Ivana Bentes, Romulus, Leonardo Stoppa, Clara Averbuck, Elika Takimoto, (sigam a @ dela no Twitter também) Fernando Horta, Carta Educação, Leonardo Boff, Blog da Lola, Monique Prada, etc) e leio também o panfleto do PSOL disfarçado de jornal , o The Intercept. E na grande mídia o que ainda presta um pouco é o Jornal do Brasil.

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Faço muitas leituras e pesquisas para textos que estou escrevendo e muitos textos relacionados ao meu campo de interesse de pesquisa usando os meios corretos para buscas que são os indexadores do Google Acadêmico, do SciELO e aqui tem uma lista com 100 sites de pesquisa acadêmica que você deveria conhecer.  Pois não fica legal colocar naquele artigo ou texto que está escrevendo um fonte não confiável, né?

E outra que faço muito na rede é visitar e ler os blogs (sim, eu ainda não perdi essa mania) dos amigos professores. Eu uso o recurso de Feed RSS para me avisar quando um desses blogs é atualizado. Eu aprendi isso com o Sérgio Lima e nunca mais deixei de usar. Eu uso o Feedly (eu usava o Google Reader que infelizmente foi descontinuado) que é gratuito e tem uma interface bastante agradável, mas existem outras opções disponíveis ai na rede que também são gratuitas. AQUI tem um artigo do Gizmodo Brasil muito legal falando do porque utilizar o Feed RSS. Vale a leitura.

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Mas voltando aos blogs… Sabe aqueles velhos hábitos que são difíceis de largar? Ler e acompanhar esses blogs é uma atividade bem legal, mas que infelizmente está morrendo de inanição completa por parte de seus autores. Há casos raros em que eles são atualizados com mais frequência. Eu mesmo por exemplo fiquei pelo menos uns dois ou três anos afastado dos meus blogs. Eu fiquei doente e o tesão por eles diminuiu. Eu mudei o foco e demorei a encontrar a vontade de voltar a produzir material para os blogs. E nesse meio tempo eu mudei de endereço, pois o antigo site do Caldeirão de Ideias estava ligado ao NTE de Itaperuna e não faria sentido eu estar usando aquele espaço não estando mais lá. E qual foi a causa do por que do “fim dos blogs”? Há muitas causas, mas uma com certeza foi o surgimento/crescimento do Facebook, Twitter, Instagram, Tumblr e outras redes e assim os blogs foram sendo abandonados a minguá. Vários blogs que eram referência nas suas temáticas foram literalmente esquecidos (caso de se denunciar os autores por abandono de incapaz (crime previsto no código penal brasileiro).

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Esse abandono decretou a morte de muitos blogs. Uma grande pena, pois eles tinham uma papel muito interessante dentro daquele contexto em que foram criados. Eu fiz uma pesquisa e listei os que estão no meu blogroll. Os blogs sem data são os que estão sendo ou foram atualizados em 2017. Nessa lista de blogs estão o blog da Ana Beatriz, da Tatiane Martins (ela tinha um outro blog dela que foi abandonado em 2013), da Fátima Franco (2015), da Jenny Horta (2015) (ela tinha outro blog dela que foi abandonado em 2010), da Suzana Gutierrez (2014), do Sérgio Lima, do Frederico Guimarães (Aracnus), da Andréa Motta, do José Roig, (Esse é o sujeito com mais blogs que cuecas que eu conheço. Ele tinha um blog que foi abandonado em 2012 e um blog de poesias que está ainda ativo e mais um zilhão deles espalhados pela rede), da Elis Zampieri (2015), do Fernandão Oliveira, da Josete Zimmer, do Franz Kreuther Pereira, da Renata Aquino, (ela tem um outro blog) da Débora Sebrian (ela tem um outro blog aqui e ela tinha o outro blog dela que foi abandonado em 2016) , da Teresinha Bernadete Motter (2016), da Marli Fiorentin, da Teresa Pombo, da Sintian Schimidt, da Semíramis Alencar (mudou de foco o blog), da Sinara Duarte (2012), da Andréa Toledo (2015) (ela tinha o outro blog dela que foi abandonado em 2007) da Thaiza Montine, da Marise Brandão (2011), da Gladys Leal (2011) (ela tinha outros dois: esse  blog dela que foi abandonado em 2015 e esse blog que foi abandonado em 2015 também), da Cris Passinato, da Suely Aymone, da Miriam Salles (2016) (do blog atual não sobrou nada só o link, uma pena, pois ele era riquíssimo em conteúdo e ela tinha um outro blog que foi abandonado em 2006), da Cybele Meyer (ela tem um outro blog), da Lilian Starobinas, da Vanessa Nogueira, da Natania Nogueira (ela tem outro blog), da Fátima Campilho (2016), da Egui Branco (2015) e da Fernanda Tardin (2016) e tantos outros que eu ainda visito quando são movimentados por seus autores e eu sou avisado pelo Feed RSS/Feedly. Eu não consegui encontrar o blog da Jaqueline Franco e da Denise Villardo, se alguém tiver o link manda ai nos comentários que eu atualizo a postagem. Seria muito legal usar um agregador de blogs, tipo a Tei@ do Aracnus como plataforma desses blogs todos.

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Mas tem uma questão que eu fico muito chateado, para não dizer puto dentro das calças, e muito intrigado, é não entender o porque das pessoas, fazerem textões nas redes sociais em postagens completamente sem conteúdo algum, em postagens de famosos globais, sub celebridades (um novo nome para a categoria de alpinista social), em memes completamente idiotas, racistas e homofóbicos e não comentarem nos blogs ou clicar em links que levam a blogs que se propõem a falar sobre algo mais sério. Vão assistir vídeos e largam likes a vontade e se inscrevem em canais que eu vou te contar de tão ruim que são. Se alguém souber a resposta me diga por favor, pois eu juro que quero entender o porquê.  Pena que pouca gente vê o que escrevemos nos blogs, né? Uma postagem recente política que fiz no Twitter teve 25.811 visualizações e uma postagem muito bacana falando sobre gênero teve, se muito 15 visitas. Bem, mas vamos deixar de choro e continuar a lutar, pois o que importa é escrever para não enlouquecer.

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Outra coisa fantástica que aconteceu na rede esse ano foi o #saraunarede. Foi fantástico em todos os sentidos. Primeiro por que teve um objetivo que me interessava como elemento de pesquisa e o outro a minha paixão por literatura e poesia. Mas que no final acabou sendo um reencontro desses velhos professores blogueiros. Uma ideia da Tatiane Martins começa lá no Facebook e termina com uma postagem convocatória que ganhou corpo e já teve a sua segunda edição. Em breve deveremos ter uma terceira edição (cadê que não sai essa danada da data da terceira edição do #saraunarede, Tatiane Martins?) e esperamos uma participação cada vez maior de pessoas, pois a brincadeira ficou muito legal mesmo. Venha participar com a gente.

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Agora vamos falar sobre o ano que entra. Nuvens negras no horizonte estão se formando para os servidores públicos, pra o país, para os aposentados e para os trabalhadores que quem são que realmente tocam esse país. Existe uma parcialidade da justiça e uma permissividade dela com alguns grupos políticos e econômicos desses país. Estão entregando as nossas riquezas e empresas altamente estratégicas (Petrobras, Embraer, Eletrobras e outras)  para a soberania do país a preço de banana, vide o caso do pré sal que foi doado as empresas estrangeiras a US$ 0,01 centavo de dólar o litro do petróleo extraído.  O congelamento dos investimentos em saúde e educação por 20 anos, o desmonte de toda uma cadeia de assistência social  as camadas mais pobres do país. Veja o número do aumento de desempregados e do aumento da fome no país. Estamos voltando a ser um país de miseráveis com 1% de privilegiados. A nossa esperança é a eleição de 2018. Que uma frente de esquerda eleja a maior bancada de esquerda da história do país para que possamos reverter todo o estrago feito por esses golpistas entreguistas. Que em 2018 tenhamos um #ForaTemer do governo e um #EntraTemer e todos que participaram do golpe na cadeia. Nem preciso dizer o meu candidato por conta dos blogs de política que eu sigo, né? Mas vou dar uma dica: Sou Botafogo de coração e o meu partido tem uma coisa em comum com o meu time de futebol.

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Que 2018 traga a restauração da democracia, pois a cadela do fascismo está no cio.

Abraços

Robson Freire

 

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